Empreendedorismo / 4 erros fatais na hora de vender

Considerada por
muitos uma “arte”, a venda quase sempre exige o uso de técnicas, desde o
momento da aproximação ao cliente até o acompanhamento da satisfação com o
produto ou serviço adquirido.

Da mesma forma que a presença de técnicas pode garantir a fidelidade do
comprador, a ausência delas também pode, não apenas prejudicar a negociação,
mas também fazer com que esse mesmo comprador nunca mais retorne à loja ou ao
site.

Como aprender a vender não é algo que se faça do dia para a noite, abaixo listo
quatro erros graves, que jamais devem ser cometidos durante a venda. Nunca
repita essas práticas e tenha as portas de seu estabelecimento sempre abertas
para novos e, principalmente, antigos clientes.


1 - Antipatia é um problema grave. Tão importante quanto estar com
a aparência bem cuidada é criar a identificação com o comprador logo de cara,
já que o tempo para se vender é cada vez menor. Agir de acordo com o perfil de
cada cliente é fundamental para que a confiança seja gerada. Ganhar a
confiança já é um grande passo para que o negócio seja fechado.

2 - Clichê atrás de clichê já deixou há muito tempo de ser algo
agradável. 
O cliente não suporta mais o vendedor de discurso pronto.
Um profissional bem preparado, com informações sobre o produto e capaz de
entender a real necessidade do comprador recebe muito mais atenção do que o
“vendedor charlatão”.

3 - Falta de conhecimento sobre o produto ou serviço é fatal. Numa
época em que a internet está ao alcance de todos e as informações são cada vez
menos confidenciais, o comprador pode muito bem obter detalhes sobre o que
procura sem mesmo sair de casa. Portanto, um vendedor superficial já não tem
mais espaço. Prepare-se, estude e passe algo de diferente a quem está
procurando por você.

4 - Invadir o espaço do cliente é, no mínimo, inconveniente. Aborde,
pergunte e fique sempre à disposição. Mas também saiba ouvir, espere pelo
diálogo e lembre-se: o vendedor é um solucionador de problemas, que está ali
para ajudar quem o procura a suprir as necessidades, e não um adivinho, com
perguntas e sugestões no momento errado.

Fonte: Revista Exame